Um projeto que ajuda a retirar pessoas dos bancos de rua, dos becos, das calçadas. Com o seu apoio, podemos mudar destinos.

Estes dados são o reflexo do agravamento das condições de vida de muitas pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade. O Banco de memórias nasce da necessidade urgente de dar voz aos milhares de pessoas em situação de sem-abrigo.

Mais do que números, são histórias de vida interrompidas, de dignidade perdida e de desafios diários invisíveis para grande parte da sociedade.

É urgente devolver dignidade, reerguer vidas e quebrar ciclos de exclusão.


Mas, não o podemos fazer sozinhos. 

Histórias de quem já encontrou um novo começo!

Décadas na rua até ao momento em que a Cruz Vermelha Portuguesa a acolheu. Hoje, retribui o apoio ajudando voluntariamente nas atividades da Instituição.

Viveu na rua depois de anos marcados por doença e histórico de consumos. Sem alternativas, viu-se sozinho, sem um teto para viver.

Através da resposta Housing First na Cruz Vermelha do Cartaxo, conquistou estabilidade e responsabilidade no mercado de trabalho. Ter um lar mudou tudo.

Circunstâncias diversas levaram o Joaquim a mudar de casa várias vezes, vivendo sem estabilidade. Até que encontrou o seu lar num apartamento partilhado da Cruz Vermelha Portuguesa. Voltou a ter esperança, retomou o trabalho e reconstruiu a sua vida.

Pedro nunca chegou a viver na rua porque o apoio chegou a tempo.

Sempre se sentiu rejeitado e a perda da mãe intensificou essa dor, deixando-o sem direção.
A nossa equipa agiu rapidamente, disponibilizando uma solução antes que a situação se agravasse.

Hoje, prestes a reintegrar o mercado de trabalho, Pedro vê na Cruz Vermelha Portuguesa a família que sempre desejou.

Depois de várias tentativas de recuperação, Margarida acabou a viver na rua.
Os consumos marcaram o seu passado, mas não definiram o seu futuro.

A integração no Housing First da Cruz Vermelha Portuguesa trouxe-lhe um recomeço. Com acompanhamento contínuo, conquistou estabilidade, saúde e esperança para uma vida mais digna.

A perda da mãe levou-o a um histórico de consumos, deixando-o sem rumo. Viveu dois meses na rua, até que decidiu pedir ajuda à Cruz Vermelha Portuguesa. Nesse dia, começou a reconstruir a sua vida.

Histórias de pessoas que, por diferentes razões, perderam tudo e encontraram na rua o único refúgio. Histórias de esperança, de vidas que, com o apoio certo, foram reconstruídas.

O Banco de Memórias não é apenas um banco de jardim. É um símbolo de mudança. Um ponto de partida para que pessoas em situação de sem-abrigo possam sair das ruas e reencontrar um caminho de dignidade.

Ajude-nos a ajudar

Cada euro conta. Cada donativo muda vidas.