Banco de memórias
Todos os dias.
Conheça o banco para quem não tem casa, nem de papel.
Um projeto que ajuda a retirar pessoas dos bancos de rua, dos becos, das calçadas. Com o seu apoio, podemos mudar destinos.
Em apenas um ano, o número de beneficiários apoiados pelas equipas de rua da Cruz Vermelha Portuguesa aumentou 76% e o número médio de refeições diárias servidas cresceu 34%.
Estes dados são o reflexo do agravamento das condições de vida de muitas pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade. O Banco de memórias nasce da necessidade urgente de dar voz aos milhares de pessoas em situação de sem-abrigo.
Mais do que números, são histórias de vida interrompidas, de dignidade perdida e de desafios diários invisíveis para grande parte da sociedade.
É urgente devolver dignidade, reerguer vidas e quebrar ciclos de exclusão.
Mas, não o podemos fazer sozinhos.
Ajude-nos a transformar um banco de rua num banco de novas oportunidades!
Histórias de quem já encontrou um novo começo!
Helena
Décadas na rua até ao momento em que a Cruz Vermelha Portuguesa a acolheu. Hoje, retribui o apoio ajudando voluntariamente nas atividades da Instituição.
Pedro
Viveu na rua depois de anos marcados por doença e histórico de consumos. Sem alternativas, viu-se sozinho, sem um teto para viver.
Através da resposta Housing First na Cruz Vermelha do Cartaxo, conquistou estabilidade e responsabilidade no mercado de trabalho. Ter um lar mudou tudo.
Joaquim
Pedro
Sempre se sentiu rejeitado e a perda da mãe intensificou essa dor, deixando-o sem direção.
A nossa equipa agiu rapidamente, disponibilizando uma solução antes que a situação se agravasse.
Margarida
Rui
Juntos, reconstruímos histórias de vida.
Histórias de pessoas que, por diferentes razões, perderam tudo e encontraram na rua o único refúgio. Histórias de esperança, de vidas que, com o apoio certo, foram reconstruídas.
O Banco de Memórias não é apenas um banco de jardim. É um símbolo de mudança. Um ponto de partida para que pessoas em situação de sem-abrigo possam sair das ruas e reencontrar um caminho de dignidade.
A sua contribuição ajuda-nos a assegurar:
Ajude-nos a multiplicar respostas.
Perguntas frequentes
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Uma das prioridades da Cruz Vermelha Portuguesa é gerir os donativos de forma transparente e otimizar os recursos. Com mais de 5 mil voluntários integrados, procuramos reduzir despesas e operar no terreno, de forma eficiente. Na página de transparência, disponibilizamos relatórios de contas auditados.
O custo da gestão operacional é estimado em 15%, garantindo que 0,85€ são usados diretamente para financiar as iniciativas e projetos.
Saiba mais na nossa página de transparência.
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Na Cruz Vermelha Portuguesa temos como um dos pilares o compromisso com a transparência, para garantir que os donativos sejam aplicados no fim escolhido pelos doadores. Para assegurar isso:
- Disponibilizamos relatórios anuais que podem ser consultados na Página da Transparência deste portal.
- Emitimos recibos para todos os donativos recebidos.
- As contas da CVP são auditadas pelo Conselho Fiscal interno e por auditores externos credenciados.
Desta forma, os doadores podem ter a certeza de que a sua contribuição está a ser utilizada conforme a sua escolha, através do acesso às informações e ao acompanhamento dos resultados.
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Ao abrigo do Estatuto do Mecenato, a Cruz Vermelha Portuguesa emite um recibo de donativo que poderá ser utilizado para deduções nos impostos.
Enviaremos os recibos de donativos para o e-mail de contacto cedido.
A Cruz Vermelha Portuguesa comunica todos os anos, em Fevereiro, à Autoridade Tributária, através do Modelo 25, todas as contribuições dos seus doadores relativas ao ano anterior, desde que sejamos conhecedores do respetivo NIF.
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Ao abrigo da Lei do Mecenato, os doadores individuais podem beneficiar de deduções fiscais, além disso ao doar para a Cruz Vermelha impacta diretamente as vidas de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Os doadores corporativos podem obter deduções fiscais com redução do imposto no IRC, além de fortalecer a imagem da sua empresa e demonstrar compromisso com causas sociais.
Para fins fiscais, é considerado donativo qualquer entrega em dinheiro ou em espécie concedida à CVP sem contrapartidas, conforme estabelecido no artigo 61º do EBF.
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As equipas da Cruz Vermelha Portuguesa têm conhecimento preciso das necessidades emergenciais e adquirem, de forma objetiva, os bens necessários no terreno. Fatores como a dificuldade logística de receção, seleção, gestão e armazenamento dos bens em espécie doados, bem como as preocupações com a economia local, desperdício e custos de transporte, justificam a decisão de, em apelos, apenas serem contemplados donativos monetários.
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Caso tenha alterado os seus dados de contacto, como morada, telefone ou e-mail, ou se desejar modificar alguma informação relacionada com o seu donativo, pode entrar em contacto connosco através do e-mail consigo.mais@cruzvermelha.org.pt.