Comemorações do Dia Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho – 8 de Maio
Sexta, 30 Abril 2010 10:57

No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, 8 de Maio, e da Campanha Mundial “O nosso mundo. A sua acção.” (“Our World. Your Move.”), a Cruz Vermelha Portuguesa vai realizar dois Seminários subordinados ao tema “Violência – Prevenção, Mitigação e Resposta”, nos dias 6 e 7 de Maio, em Lisboa.

No dia 8 de Maio, as Delegações Locais da CVP promovem debates ou conferências sobre o mesmo tema, em vários pontos do país.O Seminário do dia 6, que irá decorrer no Auditório da Aula Magna do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, é dirigido ao público interno da CVP e vai abordar vários projectos ligados à violência, actualmente existentes na instituição. O Seminário do dia 7, dirigido a entidades e técnicos ligados à área da violência, irá decorrer no Auditório Novo da Assembleia da República e é organizado em parceria com a Associação de Ex-Deputados da AR (AEDAR). Ambos os Seminários terão a valiosa contribuição de Judith Fairholm, especialista da Cruz Vermelha Canadiana, que apresentará a Estratégia Global para a Violência (Prevenção, Mitigação e Resposta) da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e também um projecto da Cruz Vermelha Canadiana, que tem como objectivo a criação de ambientes seguros junto de crianças e jovens.
A violência é uma catástrofe global, responsável pela morte de mais de 4.000 pessoas diariamente, em todo o mundo, e os seus efeitos na economia e no desenvolvimento das sociedades são profundos.
Dada a complexidade do fenómeno, a Federação Internacional desenvolveu uma estratégia global contra a violência, para os próximos 10 anos, e que aborda temas como a toxicodependência, o suicídio, a violência urbana, a violência em crianças e jovens, em mulheres, entre outros. O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, envolvido nas comunidades e trabalhando junto dos mais vulneráveis, actua na assistência directa às vítimas, na prevenção e na advocacia de causas. Como auxiliar dos poderes públicos, tem um papel fundamental na facilitação do diálogo entre os diversos intervenientes, no estabelecimento de parcerias e na cultura da não-violência.